Como escolher uma boa babysitter

Babysitters. Um conceito muito americano que nos foi sendo divulgado ao longo dos anos pelos filmes de Hollywood. Por cá, não sendo uma ideia tão usual, também são conhecidas como amas.

Na ausência de avós ou outros familiares próximos que possam tomar conta das crianças, uma boa babysitter é preciosa.

Deixamos alguns conselhos para escolher a que mais se adequa a si e ao seu filho.

Cara a cara

Uma das formas mais imediatas de escolher uma boa babysitter é através de referências de amigos ou familiares próximos. Pessoas em quem confia e que não irão apontar alguém desadequado.

De qualquer forma, mesmo vindo com referências, é sempre importante entrevistar a(s) candidata(s) frente a frente. Com a correria do dia-a-dia e se for uma situação urgente, pode haver tendência a negligenciar este pormenor, uma vez que a babysitter vem indicada por alguém conhecido.

Mas lembre-se: o que pode ser adequado para uma família, pode não ser para a sua. Não há nada mais importante do que o seu feeling em relação à pessoa que tem à frente.

(c) direitos reservados

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Ao contrário da imagem veiculada pelos filmes, não é de todo aconselhável que a babysitter tenha menos de 18 anos. A noção de responsabilidade e compromisso são fundamentais.

Nesta primeira entrevista cara a cara, há uma série de coisas que pode avaliar instantaneamente: a pontualidade, a postura, a apresentação. Pode e deve colocar questões práticas relacionadas com situações de emergência: engasgo, febre, quedas, etc. Veja se as respostas estão à altura da situação e se a babysitter saberia reagir.

Idealmente, escolha alguém com um curso de primeiros socorros e experiência prévia a tomar conta de crianças (seja a nível privado ou em escolas e infantários).

Confie no seu filho

Independentemente da idade, a criança deve estar presente na entrevista. Observe como a candidata interage com ela; se a criança já for mais velha, dê importância à empatia que sente ou não, à primeira vista, com a babysitter.

Mesmo depois de ter feito a sua escolha é importante continuar a confiar nos instintos do seu filho. Há sempre um período de adaptação a esta nova pessoa – cerca de 1 mês, caso seja uma presença regular – mas depois desse tempo preste atenção às reacções da criança.

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Mostra-se birrenta quando chega a altura de ficar com a babysitter? Chora? Isto podem ser sinais de que algo não está a correr bem.

A ideia é que a criança se apegue à babysitter, fazendo todas as suas rotinas com o mesmo à vontade que faria com alguém da família. Se isso não estiver a acontecer, é altura de pensar noutra pessoa!

A mãe e a babysitter

Durante o período de adaptação (pelo menos durante os primeiros quinze dias) tente estar presente mais vezes para observar. Chegue a casa em horários diferentes para poder observar sem ser esperada e saber se as suas “ordens” estão a ser cumpridas.

Dê sempre ouvidos aos seus instintos. A relação entre a mãe a babysitter deve ser orgânica, de cooperação fácil e cumplicidade.

Para que tudo corra da melhor forma, para além dessa empatia pessoal, seja bem clara nas suas indicações. A rotina de alimentação, sono, banho, etc., da criança são definidos por si ao início. A babysitter só tem que seguir as suas indicações. Se não for clara nos seus objectivos, pode dar origem a mal-entendidos.

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